Já sabe o que vai rolar no Arte na Praça de junho?

Próximo domingo, 05/11, é dia de Festival Arte na Praça.

As atrações tem início as 13h30.

Já conferiu o que vai rolar?

_ Grupo Baiadô apresenta “Batuques e Batidas”

O grupo Baiadô: pesquisa e prática das danças brasileiras existe há mais de seis anos. É um projeto desenvolvido no Laboratório de Ações Corporais que articula extensão, pesquisa e ensino. Nos encontros semanais os integrantes do grupo ensaiam, criam e refletem sobre as danças elaboradas a partir das culturas populares. Nas ruas e praças da cidade o grupo apresenta sua criação e celebra a vida dançando junto com o público. Em escolas, centros comunitários e outros espaços coletivos, o Baiadô ensina danças e processos de criação. Nas festas populares o diálogo com os portadores de tradição enriquece as danças e a compreensão da sociedade complexa em que vivemos.

Trio Façuá (MG)

Grupo idealizado por Naldo Luiz, que realiza um estudo aprofundado da cultura musical nordestina, que traz em seu repertório temas e cantores até então esquecidos por uma mídia tão destorcida, que nos “empurra” uma lavagem cerebral, fazendo-nos esquecer de nossa cultura regional e popular. O repertório vai bem ao fundo, buscando musicas de: Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Genival Lacerda, Dominguinhos, Sivuca, Oswaldinho do Acordeon, Céceu, Trio Forrozão, Trio Virgulino, Marinês, Elba Ramalho, Trio Nordestino, Mestre Zinho, Dio de Araujo (Trio Xamego), Patativa do Açaré, Gordurinha, Alceu Valença, Zé Ramalho e outros, assim como composições próprias.

Luiz Salgado (MG)

O cantor Luiz Salgado trouxe de Patos de Minas a influência das festas na roça, das novenas,e das Folias, dos matos e dos rios. Radicado em Uberlândia/MG, Luiz Salgado lançou em 2003 o CD “Trem Bão” e agora está em fase de mixagem do seu segundo CD: “Sina de Cantadô”. Além de compor, cantar e tocar, Luiz Salgado apresenta números de mágica e compartilha “causos” engraçados com o público.

NaurÊa (SE)

Formada em novembro de 2001, em Aracaju, a naurÊa toca basicamente o que chama de Sambaião. Como o nome já sugere, uma mistura de samba e baião. Mas não para por aí. A banda recebe informação musical de várias partes do Brasil e do mundo: das batidas populares do universo negro de Laranjeiras ao costarriquenho Reggaeton; da música pouco convencional de Tom Zé às melodias de Cuba e do Leste Europeu; das guitarras “caribenhas” do Pará ao apelo do R&B e do Hip Hop. A idéia, muito mais do que fazer mistura, é mostrar as potencialidades do forró, é ter uma sonoridade própria com um sotaque local.

Nos vemos por lá! 🙂

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Sobre Grupo Tamboril

O Grupo Tamboril de Arte Independente é composto por artistas, comunicadores e divulgadores culturais. Por isso, o Grupo guarda como objetivo desenvolver o intercâmbio entre as ações culturais conscientes do papel da atividade artística nos dias de hoje para que assim seja ampliada a cadeia produtiva da cultura a partir das subseqüentes trocas de tecnologia social evidenciadas nesse processo. Desde as primeiras ações em 2007, na Universidade Federal de Uberlândia, o grupo ressalta a necessidade da criação de público para os artistas universitários, assim como para a perspectiva das ações de sustentabilidade econômica e social dentro do contexto em que vivemos. Assim, o Tamboril divulga os artistas não só da Universidade, mas tem como intuito divulgar e instigar a discussão sobre a proliferação de cultura independente e das iniciativas de autogestão dentro do país de maneira geral. Vislumbra-se aqui, o fato de que iniciativas culturais independentes contribuem em muito para estimular o reconhecimento das práticas econômicas criativas que se desenvolvem não só dentro da cultura, mas em meio a nossa contemporânea plataforma de organização social. Dessa forma, como mecanismos práticos, o Tamboril executa divulgações audiovisuais e virtuais, oficinas de capacitação, grupos de discussão, articulando a isso, exibições plásticas, teatrais e musicais e eventos culturais de maneira multidisciplinar. São esses os instrumentos usados pelo grupo a fim de incitar e divulgar o atrelamento que existe entre Cultura, Sustentabilidade e Desenvolvimento. Suas ações se dão dentro da Universidade Federal de Uberlândia e também fora do campus, em parceria com demais agentes e produtores envolvidos com a cena da cultura nacional e com questões atuais de sustentabilidade.
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