O que rolou no 2º dia do 1º Circuito Pássaro Preto de Bandas Independentes…

1º Circuito Pássaro Preto de Bandas Independentes aconteceu esse final de semana no bairro Luizote

 

Foram dois dias de alternativa…

O 1º Circuito de Bandas Independentes Pássaro Preto garantiu sua proposta e levou o som independente pra Associação de Moradores do Bairro Luizote.

Mais do que isso, o que aconteceu durante esses dois dia foi a mobilização de uma galera a fim de estabelecer mudança, tendo consciência da dimensão e importância de se conduzir toda essa transformação através das armas culturais. E nada melhor que começar pelo seu bairro!

A receptividade em relação ao evento foi grande. Com certeza esse é o primeiro de muitos.

A galera do Pássaro Preto não só promoveu acessibilidade da música independente colocando lenha nas produções independentes da cidade, como também mostrou que a arte é ação social e que deve ser colocada em prática, exercida e vivenciada por todos.

Estivemos presentes apenas no segundo dia do evento, mas já deu pra sentir bem a essência do dia anterior, levando em consideração não só a vibe da ação, mas também os comentários sobre o dia anterior.

Pelas bandas que presenciamos nesse segundo dia deu pra perceber que o conteúdo de suas criações também corresponde a expectativa do Festival na sua questão de se mostrar como alternativa. Todas elas traziam nas letras, em sua grande parte embaladas pelo punkrock e hardcore, tons críticos e reflexões sobre a sociedade que vivemos e os sujeitos que somos.

Era preciso estar presente. E não vai demorar muito tempo pra isso acontecer. Já corre os rumores que haverá outro evento em breve. Que venham vários!

Quer ver as fotos?

fotos: Breilla Zanon
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Sobre Grupo Tamboril

O Grupo Tamboril de Arte Independente é composto por artistas, comunicadores e divulgadores culturais. Por isso, o Grupo guarda como objetivo desenvolver o intercâmbio entre as ações culturais conscientes do papel da atividade artística nos dias de hoje para que assim seja ampliada a cadeia produtiva da cultura a partir das subseqüentes trocas de tecnologia social evidenciadas nesse processo. Desde as primeiras ações em 2007, na Universidade Federal de Uberlândia, o grupo ressalta a necessidade da criação de público para os artistas universitários, assim como para a perspectiva das ações de sustentabilidade econômica e social dentro do contexto em que vivemos. Assim, o Tamboril divulga os artistas não só da Universidade, mas tem como intuito divulgar e instigar a discussão sobre a proliferação de cultura independente e das iniciativas de autogestão dentro do país de maneira geral. Vislumbra-se aqui, o fato de que iniciativas culturais independentes contribuem em muito para estimular o reconhecimento das práticas econômicas criativas que se desenvolvem não só dentro da cultura, mas em meio a nossa contemporânea plataforma de organização social. Dessa forma, como mecanismos práticos, o Tamboril executa divulgações audiovisuais e virtuais, oficinas de capacitação, grupos de discussão, articulando a isso, exibições plásticas, teatrais e musicais e eventos culturais de maneira multidisciplinar. São esses os instrumentos usados pelo grupo a fim de incitar e divulgar o atrelamento que existe entre Cultura, Sustentabilidade e Desenvolvimento. Suas ações se dão dentro da Universidade Federal de Uberlândia e também fora do campus, em parceria com demais agentes e produtores envolvidos com a cena da cultura nacional e com questões atuais de sustentabilidade.
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