Festival Jambolada. Impressões sobre o 2º dia…

Quando chegamos ao Acrópole o Leave me Out já havia tocado. Uma pena, pois estava afim de conhecer o som dos caras. Recentemente entraram para o selo Valvulado Discos.

Bang Bang Babies (GO)

Enfim, para nós o festival começou mesmo com a galera do Bang Bang Babies. Pessoal de Goiânia que tocou um stoner marotíssimo daqueles que dá vontade de colocar no som do carro enquanto pega estrada. Ótima performance em palco, a galera logo de cara animou o público e a noite de cara começou a esquentar.

Mata Leão, banda da cidade, fez um show bacana para um público com bastante fãs e alguns curiosos. Show bem executado que serviu pra que a galera fosse pegando fôlego para o que vinha pela frente.

The Baggios (SE)

The Baggios. Sim, essa foi a revelação da noite nos termos da execução fantástica aliada ao conceito não exclusivo, mas bem diferenciado: um guitarrista e um baterista. O duo vem de Sergipe e já saiu na sessão de “bandas que você não conhece, mas deveria conhecer” da revista Noize, um dos zines sobre musica e cultura alternativa em si de maior circulação e qualidade. E o que é melhor: gratuito!

Não acredite em nós, acredite na Noize e ouça The Baggios.

Animais na Pista (UDI)

A próxima banda é de uberlândia e a cada show tem mostrado um aumento de público cativo em suas apresentações. Animais na Pista, banda punk de Uberlândia rendeu moshes e aglomerados que  só prenunciavam a entrada de Gritando HC no palco ao lado. Show visceral, galera subindo no palco. Sem dúvida um dos shows mais esperados da noite.

Seguindo com o peso, mas agora de outro tipo, Krow também foi uma banda que se mostrou com um grande público a espera. A banda uberlandense fez recentemente uma turnê pela Europa e parece que isso os ajudou a conquistar fãs também por aqui.

The Folsons, Belo Horizonte, foi uma surpresa que conquistou o público. O nome por si só já faz com que gente algo do tipo Johnny Cash. E foi. E muito bom. O country rock da banda surpreendeu sonoricamente e colocou a público em peso para dançar.

Seu Juvenal, banda de rock conceitual que traz misturado um bocado da influência da música de Minas. Os caras são de Ouro Preto e já apresentaram algumas vezes aqui na cidade. O som da galera é bem interessante. Rola conferir.

Vespas Mandarinas (SP)

A banda de Chuck Hipólito quase convenceu. Vespas Mandarinas, na opinião do público foi meio diversa, mas nada que afirmasse comoção quanto ao show. Pegada rock n’ roll dos anos 90 misturada com indie  agressivo de hoje. Tatuagens e atitudes a parte estamos curiosos para o que vem de mais produções dessa galera.

A parte da festa da segunda noite caiu sobre os ombros da banda Copacabana Club, de Curitiba. Animaram uma multidão de pessoas embaladas com o rock moderninho dos meninos paranaenses.

Vanguart (MT)

Vanguart e Matanza, as duas bandas mais esperadas da noite uniram outra vez o aglomerado em frente aos palcos e mais que isso, o coro do público cativo existente em Uberlândia e que cada vez mais engrossa o caldo nas apresentações. Se mainstream ou não, o papo nem é esse. O massa é que tanto uma quanto a outra fecharam muito bem a etapa Jambolada da música independente.

Que outras venham por aí!

mais fots em breve no flickr da Valvulado!

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Sobre Grupo Tamboril

O Grupo Tamboril de Arte Independente é composto por artistas, comunicadores e divulgadores culturais. Por isso, o Grupo guarda como objetivo desenvolver o intercâmbio entre as ações culturais conscientes do papel da atividade artística nos dias de hoje para que assim seja ampliada a cadeia produtiva da cultura a partir das subseqüentes trocas de tecnologia social evidenciadas nesse processo. Desde as primeiras ações em 2007, na Universidade Federal de Uberlândia, o grupo ressalta a necessidade da criação de público para os artistas universitários, assim como para a perspectiva das ações de sustentabilidade econômica e social dentro do contexto em que vivemos. Assim, o Tamboril divulga os artistas não só da Universidade, mas tem como intuito divulgar e instigar a discussão sobre a proliferação de cultura independente e das iniciativas de autogestão dentro do país de maneira geral. Vislumbra-se aqui, o fato de que iniciativas culturais independentes contribuem em muito para estimular o reconhecimento das práticas econômicas criativas que se desenvolvem não só dentro da cultura, mas em meio a nossa contemporânea plataforma de organização social. Dessa forma, como mecanismos práticos, o Tamboril executa divulgações audiovisuais e virtuais, oficinas de capacitação, grupos de discussão, articulando a isso, exibições plásticas, teatrais e musicais e eventos culturais de maneira multidisciplinar. São esses os instrumentos usados pelo grupo a fim de incitar e divulgar o atrelamento que existe entre Cultura, Sustentabilidade e Desenvolvimento. Suas ações se dão dentro da Universidade Federal de Uberlândia e também fora do campus, em parceria com demais agentes e produtores envolvidos com a cena da cultura nacional e com questões atuais de sustentabilidade.
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